Uso de mel no tratamento de feridas

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Postado por Dra_ | Tags Curiosidades, Dicas da Dra. | Postado em 03-02-2012

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O mel é uma substância natural que, por não ter sido submetido
a processos de purificação, possui todos os componentes nutritivos
fundamentais. Atua como antibacteriano e facilitador da cicatrização no
tratamento de feridas e qeimaduras, agindo como barreira, impedindo a
entrada de substâncias infectantes .

Embora o mel não seja algo novo (era usado na primeira guerra mundial,
para o tratamento de feridas dos soldados russos), sempre foi empregado sem
bases científicas concretas. Com a descoberta dos antibióticos no século XX,
o uso do mel foi remetida a medicina tradicional. Com o aumento da utilização
dos antibióticos, também aumentou a incidência e números de bactérias que
se tornaram resistentes a estes. Por este motivo médicos e cientistas iniciaram
uma busca por potenciais alternativos aos antibióticos.

O conteúdo de água no mel é uma das características mais importantes,
pois a água interage com as moléculas de açúcares, deixando poucas
moléculas para a sobrevivência de microorganismos.

O mel inibe o crescimento das bactérias devido ao baixo ph e promove
uma barreira viscosa que impede a invasão de microorganismos,bem como a
perda e fluido das lesões, diminuindo assim a quantidade de água para que se
desenvolvam. Contem enzimas que atuam no processo de cicatrização. Outras
vantagens clínicas incluem a ação anti-inflamatória, a ausência de efeitos
adversos na cicatrização e ainda reduz o edema.

Estou dizendo aqui que o mel é um grande auxiliador no tratamento de
feridas. Sempre leve seu animal ao médico veterinário. Nunca faça medicação
sem conhecimento. Muitas vezes, é necessário o uso de antibióticos via oral ou
injetável. Só o médico veterinário dirá a medicação certa para o seu animal.

Tenham um excelente final de semana!

Como cuidar de um gato envenenado

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Postado por dramosx | Tags Dicas, Gatos | Postado em 11-11-2011

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Os gatos são criaturas curiosas e gostam de mexer nas coisas, o que pode levar a muitos envenenamentos acidentais. Muitas vezes um gato encontra uma lata ou frasco com alguma substância química e, acidentalmente ou de propósito, o derrama. Naturalmente, o produto químico entra em contato com seus pêlos e patas e, ao se limpar, o gato ingere a substância possivelmente tóxica. Muitos gatos que moram em áreas com outros animais peçonhentos, acabam comendo, por exemplo, sapos. Sua responsabilidade como dono de um animal é cuidar de seu gato e manter todos os produtos potencialmente tóxicos bem fechados e fora de alcance dos animais.

 

Alguns dos sintomas de possível envenenamento que devem ser observados incluem salivação excessiva, vômito, diarréia, dor abdominal, contração muscular, nervosismo, convulsões (em inglês), coma e odor de substância química no corpo. Veja o que você pode fazer se o seu gato foi envenenado:

1º passo: se o gato está comatoso ou convulsionando, enrole-o em um cobertor e leve-o imeditamente ao veterinário com o recipiente, planta ou veneno sob suspeita;

2º passo: se o gato tiver um odor de veneno na pele, lave-o inteiramente com sabão neutro até que o odor desapareça. Os gatos continuam a lamber as áreas que contêm veneno se elas não forem limpas. Lavar a boca do animal com água limpa pode ajudar na descontaminação;

3º passo: se o gato ainda não tiver vomitado e o veneno não for um produto cáustico ou derivado de petróleo (veja a lista abaixo), induza o vômito com uma colher de sopa de peróxido de hidrogênio 3% a cada dez minutos, até que o vômito ocorra. Não exceda três doses. Se o gato resistir às suas tentativas, pare e leve-o ao veterinário imediatamente. Se o vômito não ocorrer em 30 minutos, leve-o ao veterinário com o veneno sob suspeita;

4º passo: se você perceber que é um animal peçonhento como sapo, jogue água e segue os seguintes passos.

As substâncias cáusticas incluem ácido de bateria, removedor de calos, detergente para lava-louças, desentupidor, removedor de graxa, detergente e limpador de forno. Os produtos derivados de petróleo incluem solvente de tinta, cera para pisos e solução de limpeza a seco.

Você deve estar surpreso com os ítens caseiros comuns e como eles podem ser um veneno para o seu gato. Alguns venenos caseiros comuns sãobebidas alcóolicas, amônia, anticongelante, água sanitária, chocolate, detergentes, desinfetantes, desentupidor de canos, fluido de limpeza a seco, fertilizante, polidor de móveis, gasolina, cola, medicamentos para humanos (acetaminofeno, aspirina), bolinhas de naftalina, veneno para ratos, alho, limpadores de forno, removedor de tinta, graxa de sapato, polidor de prata e limpador de banheiro.

Algumas plantas tóxicas comuns são aloe vera, açucena, abacate, azaléia, ave-do-paraíso, copo-de-leite, mamona, planta de milho, ciclâmen, narciso silvestre, hemerocale, dieffenbáquia, lírio-da-páscoa, begônia, hera, gladíolo, holly, jacinto, hortênsia, íris, kalanchoe, noz de macadâmia, maconha, visco, narciso, filodendro, rododendro, tomateiro, tulipa, teixo e iúca. 

Esta é apenas uma lista parcial. Para uma lista mais completa, consulte o Centro de Informação Toxicológica (CIT).

Publications International, Ltda. 

Fonte: hsw

Parvovirose canina

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Postado por Dra_ | Tags Cães, Dicas da Dra. | Postado em 04-02-2011

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Quem nunca ouviu falar sobre parvovirose?
A Parvovirose Canina é uma Gastroenterite aguda altamente contagiosa. O vírus é bastante resistente e sobrevive durante vários meses no ambiente.
O parvovírus canino tornou-se uma doença endêmica no País, acometendo principalmente animais jovens e organicamente debilitados. Atualmente, o parvovírus canino continua ser uma das principais causas de diarréia infecciosa em cães e se encontra amplamente distribuído.
O vírus é transmitido pela eliminação fecal e a porta de entrada é a via oral. Porém, a infeção experimental pode ser produzida por várias vias, incluindo oral, nasal ou oronasal e pela inoculação IM, IV ou SC. Durante o período agudo da doença, são excretadas dez partículas virais por grama de fezes. O vírus pode estar presente em outras secreções e excretas durante a fase aguda da doença.
Os sinais clínicos mais comuns da parvovirose são anorexia, depressão, vômitos, pirexia, rápida desidratação, diarréia sanguinolenta, líquida e fétida. A morte de animais severamente afetados é uma conseqüência da destruição extensa do epitélio intestinal, com conseqüente desidratação, além da possibilidade de choque endotóxico
O mais importante no tratamento da Parvovirose:
- Combater a rápida desidratação e isso só é possível, na maioria dos casos, com a administração intravenosa dos fluidos;
- Controlar os vómitos com a administração de fármacos injetáveis
- Impedir infecções secundárias que podem levar à septicemia

A prevenção é a maneira mais eficiente de combater a doença, por isso o esquema de vacinação deve ser iniciado a partir do 45 dias de vida, com doses mensais, totalizando 3 doses, além de realizar um reforço anualmente.
Dúvidas: drajulianabortoletto@hotmail.com ou @Dra_
Até!